Cadastro positivo começa a liberar consultas; veja seu desempenho

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Neste sábado (11) começa a vigorar a lei que institui o cadastro positivo, o banco de dados onde estão disponíveis informações sobre contratos, operações financeiras e os hábitos de pagamentos de pessoas físicas (PF) e jurídicas (PJ). A lei 12.414/2011, que criou o cadastro, passou recentemente por uma alteração e agora a inclusão de pessoas com contratos ativos, como: finaciamentos, empréstimos e compras a prazo estão automaticamente incluídas no cadastro positivo.

Cadastro positivo
Cadastro positivo ibera consultas

Os birôs (serviços de proteção ao crédito) tiveram um prazo para implementação do sistema desde que a lei foi sancionada ainda no ano passado. As informações devem constar obrigatoriamente nos seguintes birôs: Serasa, Boa Vista, Quod e SPC Brasil.

Como consultar o cadastro positivo 

Para ter acesso às informações do cadastro positivo, é necessário ter conta nos birôs citados (Serasa, Boa Vista, SPC Brasil e Quod). Essas plataformas usam alguns critérios para estabelecer uma pontuação que serve como parâmetro para avaliar a situação financeira do indivíduo. Por exemplo: pontuações baixas podem indicar restrição no nome ou um mau histórico financeiro, enquanto pontuações altas indicam nome sem restrição e bom histórico de pagamento.

Contudo, por enquanto, o cadastro positivo ainda não está disponível para o público em geral, uma vez que as plataformas ainda estão coletando as informações necessárias junto às empresas que detém esses dados.

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Segundo Elias Sfeir, presidente da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), o objetivo é modernizar o sistema financeiro e democratizar o mercado de crédito no país, e agora será possível a inclusão financeira dos 45 milhões de brasileiros que não têm conta bancária, segundo o Instituto Locomotiva.

“O cadastro positivo deve contribuir, já no médio prazo, para um cenário de juros menores nos empréstimos e financiamentos. Convergindo com outras ações, como a Empresa Simples de Crédito, se cria um ambiente mais favorável para atingir um maior número de pessoas físicas e jurídicas no mercado. Somente com o amplo acesso ao crédito, teremos uma economia plenamente desenvolvida e sustentável”, explica Sfeir.

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